Os males e as corrupções dos últimos dias
Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes. Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e conseguem cativar mulheres ingênuas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias paixões, que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade. E, do modo por que Janes e Jambres resistiram a Moisés, também estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto a fé; eles, todavia, não irão avante; porque a sua insensatez será a todos evidente, como também aconteceu com a daqueles.
- Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, cap.3 v. 1à 9.
Em termos bíblicos, os dias não relatam as 24 horas e sim, de períodos que podem ter mil anos ou mais. Antes de qualquer argumentação, por resistência a estas escrituras que já tem mais de 2 mil anos, se alguém continua a ler este post, tente se despir da pré concepção sobre tudo que se fala sobre a bíblia, a palavra de Deus, visto em que muitos casos, se fala sem ter verdadeiro conhecimento sobre estas palavras. Não estou aqui para impor uma conduta religiosa, tendo em vista que não sigo qualquer tipo de religião e como disse antes, as religiões tendem a produzir efeitos danosos a humanidade. Quem tem olhos e ouvidos atentos depara com os sinais destes tempos, sem misticismo, em termos ecológicos e sociais. Podemos encontrar facilmente a ligação deste texto tão "antigo" ou "fictício" com o mundo contemporâneo, a nossa "gloriosa" Era de Aquário, tão sonhada e proclamada pelos hippies dos anos 60 do século XX.
segunda-feira, janeiro 28, 2008
Moral em baixa pt.1
Moral. S. f. 1. Conjunto de regras de conduta julgadas válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada. [Cf. ética (1).] 2. Conclusão moral que se tira duma obra, dum fato, etc. . 3. O conjunto das nossas faculdades morais. 4. O que há de moralidade em qualquer coisa. . Adj. 2 g. 5. Relativo à moral. 6. Que tem bons costumes. 7. Relativo ao domínio espiritual (em oposição a físico ou material). [Cf. mural.] ~ V. ciências morais, morte -, pessoa - e senso -.
"Na moral, na moral, na moral... só na moral..." hahahahahaha! Lembrei deste refrão de uma música que andou circulando pelas ondas sonoras, ouvidos receptivos ou não. Aí está mais uma prova do desconhecimento do significado das palavras. Mas sempre se pode argumentar uma atitude "revolucionária" de se apropriar e fazer outro uso, outro sentido. Ah, a modernidade, não ser reacionário... "moralista"!
Eu mesmo já me encontrei nesta militância de combate ao moralismo, com uma visão restrita nas condutas de pessoas de outras gerações, sem compreender realmente o seu zêlo, sem separar o que era realmente válido no coletivo em termos de aplicações práticas no cotidiano atual.
Ora, ironicamente os mais revolucionários, modernos, liberais, etc., dependem de uma conduta moral. Não? Experimente "ficar" com a namorada ou namorado de seu amigo ou amiga, criticar ou ofender pais de algum amigo ou amiga, invadir o perimetro pessoal de qualquer amigo e veja o que acontece. Em verdade vos digo meus amados conhecidos e desconhecidos, os que defendem uma sociedade sem moralismo, autoridades, deparariam com assassinato, assalto, agressão física e verbal, violência desenfreada em todos os sentidos em qualquer lugar, principalmente nos lares dos combatentes da moral. Vejam só, o anarquismo depende de condutas morais!
"Na moral, na moral, na moral... só na moral..." hahahahahaha! Lembrei deste refrão de uma música que andou circulando pelas ondas sonoras, ouvidos receptivos ou não. Aí está mais uma prova do desconhecimento do significado das palavras. Mas sempre se pode argumentar uma atitude "revolucionária" de se apropriar e fazer outro uso, outro sentido. Ah, a modernidade, não ser reacionário... "moralista"!
Eu mesmo já me encontrei nesta militância de combate ao moralismo, com uma visão restrita nas condutas de pessoas de outras gerações, sem compreender realmente o seu zêlo, sem separar o que era realmente válido no coletivo em termos de aplicações práticas no cotidiano atual.
Ora, ironicamente os mais revolucionários, modernos, liberais, etc., dependem de uma conduta moral. Não? Experimente "ficar" com a namorada ou namorado de seu amigo ou amiga, criticar ou ofender pais de algum amigo ou amiga, invadir o perimetro pessoal de qualquer amigo e veja o que acontece. Em verdade vos digo meus amados conhecidos e desconhecidos, os que defendem uma sociedade sem moralismo, autoridades, deparariam com assassinato, assalto, agressão física e verbal, violência desenfreada em todos os sentidos em qualquer lugar, principalmente nos lares dos combatentes da moral. Vejam só, o anarquismo depende de condutas morais!
sábado, janeiro 26, 2008
quinta-feira, janeiro 17, 2008
A Love Supreme - Ashley Kahn
Não diria que foi muito tempo e sim, o necessário para a publicação deste livro sobre uma das obras mais comentadas da música e do chamado Jazz.A Love Supreme exerce até hoje uma forte influência em músicos e ouvintes. É considerada a obra prima de John Coltrane, seu auge junto ao seu chamado quarteto clássico, formado por McCoy Tyner, Jimmy Garrison e Elvin Jones. Eu particularmente vejo o início de um aprofundamento em suas convicções já iniciadas em 1957. Não posso concordar que A Love Supreme foi seu auge, inclusive com seus companheiros que gravaram esta suite em quatro partes, pois não houve declínio, mesmo que fosse mínimo. Não, pelo contrário, houve sim uma evolução urgente, até o fim, até a última vez que pode tocar saxofone. Uma evolução que Elvin e McCoy não puderam acompanhar. A espiritualidade desta obra é sempre muito comentada, talvez muito mais pelo lado emotivo e não espiritual de muitos ouvintes, sem uma real compreensão de sua criação. Não será este livro que proverá o entendimento de sua essência, mas é uma ferramenta a mais. Ashley Khan fez um trabalho sério, esgotou as fontes possíveis, pesquisou muito até chegar a este livro. Foi um trabalho arduo, pesquisando fontes familiares e musicais, do nascimento até sua partida deste plano material. O foco é realmente o processo de produção do disco, o desenvolvimento da obra como composição musical, pesquisa e desenvolvimento artístico, os aspectos técnicos da gravação, comerciais, inclusive os processos de produção executiva. O texto que Coltrane escreveu no disco já explica muito bem o motivo. Mas para ter compreensão real dele, é preciso de algo que não depende de erudição intelectual. É um louvor à Deus, uma obra gospel. Há muitos meios de entendê-la pela teoria, pela estética, pelo intelecto, inclusive por este livro muito bem resolvido, mas esta compreensão vem pelo espírito. Pena que o departamento gráfico da edição brasileira não pegou o "espírito" da coisa limpando as ranhuras da foto original de Trane...
quinta-feira, janeiro 10, 2008
Em tempos de guerra, bem, você sabe...
Se o acesso à internet ainda é uma realidade distante para a maioria das pessoas, o tal mundo virtual globalizado ainda é uma fantasia. O que diremos dos nichos culturais específicos? Soam como meros caprichos de pouco valor de uma irrisória fração de pessoas. Torrents, mp3 downloads, etc., parece que estamos desfrutando das maravilhas do mundo moderno, roteadores, bluetooth, wi-fi... A tão proclamada tv digital, um dvd player com preço de 2 dígitos à venda em lojas populares, assim como tv de plasma, celulares com câmera, acesso a net e uma porção de recursos do "futuro". Mas e o conteúdo?
O Brasil ainda não se libertou de costumes coloniais que são inúteis nos dias atuais. Já tinha comentado sobre a realidade realmente palpável para nós, inclusive os paulistanos que transitam em shoppings culturais, salas de cinema, casas de espetáculos, teatros, casas noturnas, bares. Uma vez eu estava tocando clarinete na saída do metrô quando um senhor me perguntou sobre instrumentos de sopro. O senhor em questão era um humilde policial federal prestes a se aposentar, que sempre quis tocar um saxofone, desde pequeno. Mesmo tardiamente, passando dos 50 anos de idade, pensava em comprar um instrumento musical. Sua referência era o Caio Mesquita, mais semelhante a um Kenny G brazuca, muito distante da música que eu estava fazendo alí. Mesmo assim o senhor gostou e conversamos sobre música. Naquele momento, não havia a menor importancia quem era Eric Dolphy, Sun Ra, Art Ensemble Of Chicago, John Coltrane ou até mesmo Charlie Parker. Também menos ainda importava sobre marcas de sopro como Selmer, Buffet Crampon, Yanagisawa, etc. É o nosso Brasil, a nossa São Paulo.
A esta altura do campeonato, é realmente importante ter um disco de vinil versão original da ESP? Em tempos de mp3 e couro de rato na carteira? Ter um toca-discos da Technics? Claro, a liberdade de consumo é garantida, afinal tem brazuca comprando carro Aston Martin, o carro do James Bond, mas isso não chega a meia dúzia. E um LP original da Blue Note, Impulse, ou até SoulJazz? Bens materiais à parte, a cultura faz bem as pessoas desde que isso não seja usado como meio de se diferenciar dos outros. Ter um iPod, Nokia E65, Nike Air Jordan XX3 e não saber onde é a cidade de Palmas, Rio Branco ou até Porto Velho, é triste para um jovem. E saber quem é Lars Von Trier, François Truffaut, Anthony Braxton, Fela, Morton Feldman, isso realmente é importante?
Mas deixemos de lado estes pormenores e vamos ao que interessa, qualquer um pode ir à uma biblioteca gratuita, centro cultural gratuito, centro de informática com acesso gratuito à internet e pesquisar, estudar, aprender. Mas parece que não há tempo pra isso, pois o YouTube, Fotolog, Orkut, MSN são prioridade. Talvez um Google ou Wikipedia resolva... Vai pensando que tá bom...
O Brasil ainda não se libertou de costumes coloniais que são inúteis nos dias atuais. Já tinha comentado sobre a realidade realmente palpável para nós, inclusive os paulistanos que transitam em shoppings culturais, salas de cinema, casas de espetáculos, teatros, casas noturnas, bares. Uma vez eu estava tocando clarinete na saída do metrô quando um senhor me perguntou sobre instrumentos de sopro. O senhor em questão era um humilde policial federal prestes a se aposentar, que sempre quis tocar um saxofone, desde pequeno. Mesmo tardiamente, passando dos 50 anos de idade, pensava em comprar um instrumento musical. Sua referência era o Caio Mesquita, mais semelhante a um Kenny G brazuca, muito distante da música que eu estava fazendo alí. Mesmo assim o senhor gostou e conversamos sobre música. Naquele momento, não havia a menor importancia quem era Eric Dolphy, Sun Ra, Art Ensemble Of Chicago, John Coltrane ou até mesmo Charlie Parker. Também menos ainda importava sobre marcas de sopro como Selmer, Buffet Crampon, Yanagisawa, etc. É o nosso Brasil, a nossa São Paulo.
A esta altura do campeonato, é realmente importante ter um disco de vinil versão original da ESP? Em tempos de mp3 e couro de rato na carteira? Ter um toca-discos da Technics? Claro, a liberdade de consumo é garantida, afinal tem brazuca comprando carro Aston Martin, o carro do James Bond, mas isso não chega a meia dúzia. E um LP original da Blue Note, Impulse, ou até SoulJazz? Bens materiais à parte, a cultura faz bem as pessoas desde que isso não seja usado como meio de se diferenciar dos outros. Ter um iPod, Nokia E65, Nike Air Jordan XX3 e não saber onde é a cidade de Palmas, Rio Branco ou até Porto Velho, é triste para um jovem. E saber quem é Lars Von Trier, François Truffaut, Anthony Braxton, Fela, Morton Feldman, isso realmente é importante?
Mas deixemos de lado estes pormenores e vamos ao que interessa, qualquer um pode ir à uma biblioteca gratuita, centro cultural gratuito, centro de informática com acesso gratuito à internet e pesquisar, estudar, aprender. Mas parece que não há tempo pra isso, pois o YouTube, Fotolog, Orkut, MSN são prioridade. Talvez um Google ou Wikipedia resolva... Vai pensando que tá bom...
sábado, janeiro 05, 2008
Até quando esperar?
Pois é, aí está mais um ano, no discurso é tudo muito bonito, mas no agir ainda continuam os velhos hábitos. Muitas vezes ouví esta declaração, mas uma vez em particular foi me aberto o entendimento sobre ela: "Todo mundo tem seus defeitos". Sim, sem a menor sombra de dúvida, Deus disse que na Terra não se achou um justo sequer. Mas todos tem capacidade de mudar, principalmente quando se reconhecem os defeitos. Olhar no espelho espiritual, sem ninguém por perto... não não, é isso mesmo que você está vendo, você sabe o que está errado, não me venha com essa conversa furada de que é assim mesmo. Não venha falar de "karma" por exemplo, pois ninguém nasceu para ser ruim em qualquer coisa, temos tempo suficiente para corrigir os defeitos desde que haja esforço, perseverança. Pare de colocar a culpa nas pessoas, nas situações, no mundo. Eu mesmo sou e fui usado de "bode expiatório" por pessoas que se diziam minhas amigas. De certa forma permití isto acontecer. Ah, sobre o perdão, sim, é muitas vezes difícil mas nunca impossível conceder o perdão. Mas sem hipocrisia como a maioria faz, perdoa mas não quer ver a pessoa nem "pintada de ouro". O verdadeiro perdão é quando você tem alegria de estar com a pessoa que errou mas se arrependeu. Mas se a pessoa continua no erro e não quer mudar, sacuda o pó da sandália, abençoe esta pessoa e siga seu caminho. Tem muita gente que ainda me culpa de alguma coisa e não sabe que mudei radicalmente muitas coisas no meu viver. Sou melhor que elas? De jeito nenhum! Não sou mais nem menos que elas, mas tomei minha decisão de corrigir os meus erros.
Tem muita gente que vê os erros e situações adversas alheias para se sentirem melhor, sabendo disso ou não. Frases como: "Ainda bem que não sou assim como eles", "Ainda bem que não aconteceu comigo", são perigosíssimas porque podem levar a pessoa à um acomodamento e presunção que poderão acarretar erros ainda maiores do que os dos outros. Um exemplo gritante de hipocrisia nos dias atuais, são os programas de tv que "lavam a roupa suja" em rede nacional, como Casos de Família, etc. Muita gente de bem fica alí vendo a desgraça alheia pra quê? Demonstrar compaixão? Ah, sai dessa! Se não vão ajudar, não fiquem nesse ritual de sado-masoquismo em frente a tv. Olhem no canal "Eu" de suas "televisões internas" e vejam os teus problemas que estão precisando de solução.
"Até quando esperar, até me ajoelhar, esperando a ajuda de Deus". Esta frase é de uma canção famosa do grupo Plebe Rude. Pode haver provavelmente uma ironia de cunho ateísta nesta frase, mas podemos usá-la com verdadeira fé. "Até quando esperar..." Não espere, tome uma atitude, principalmente uma nova conduta. "...até me ajoelhar..." Sim, se ajoelhe como demonstração de humildade e não porque entregou os pontos. "...esperando a ajuda de Deus" Seja extremamente coerente em esperar a ajuda de Deus, pois Ele não moverá uma palha sequer no que você pode fazer, mas tenha certeza que moverá os céus e a terra no que você não pode! Aleluia!
E como diz o personagem Shiro do mangá Preto & Branco de Taiyo Matsumoto: "Seja feliz, seja feliz!"
Tem muita gente que vê os erros e situações adversas alheias para se sentirem melhor, sabendo disso ou não. Frases como: "Ainda bem que não sou assim como eles", "Ainda bem que não aconteceu comigo", são perigosíssimas porque podem levar a pessoa à um acomodamento e presunção que poderão acarretar erros ainda maiores do que os dos outros. Um exemplo gritante de hipocrisia nos dias atuais, são os programas de tv que "lavam a roupa suja" em rede nacional, como Casos de Família, etc. Muita gente de bem fica alí vendo a desgraça alheia pra quê? Demonstrar compaixão? Ah, sai dessa! Se não vão ajudar, não fiquem nesse ritual de sado-masoquismo em frente a tv. Olhem no canal "Eu" de suas "televisões internas" e vejam os teus problemas que estão precisando de solução.
"Até quando esperar, até me ajoelhar, esperando a ajuda de Deus". Esta frase é de uma canção famosa do grupo Plebe Rude. Pode haver provavelmente uma ironia de cunho ateísta nesta frase, mas podemos usá-la com verdadeira fé. "Até quando esperar..." Não espere, tome uma atitude, principalmente uma nova conduta. "...até me ajoelhar..." Sim, se ajoelhe como demonstração de humildade e não porque entregou os pontos. "...esperando a ajuda de Deus" Seja extremamente coerente em esperar a ajuda de Deus, pois Ele não moverá uma palha sequer no que você pode fazer, mas tenha certeza que moverá os céus e a terra no que você não pode! Aleluia!
E como diz o personagem Shiro do mangá Preto & Branco de Taiyo Matsumoto: "Seja feliz, seja feliz!"
sábado, dezembro 29, 2007
Feliz Ano Novo?
Eu compreendo, tem essa situação toda, os costumes e tal, muitos realmente estipulam metas, votos, por conta desta data. Mas cientificamente falando não é lá muito preciso. Sim, há a argumentação sobre os 365 dias em que o planeta Terra demora para completar uma volta completa ao redor do sol. Mas para quem é cético, qual a relação disso? E a data então, já que 2008 é um número relacionado à Jesus Cristo. Sim, mesmo os céticos estão submetidos a este cronograma, este calendário, pois boa parte do mundo gira em torno disso, com excessão ao povo de Israel, ou a descendencia de Ismael entre outros.
Mas tudo pode ser estipulado para o dia seguinte, isso mesmo, não precisamos de forma alguma esperar tanto tempo para nos renovarmos, como as festas de Ano Novo sugerem. Por isso eu peço perdão a quem de alguma forma ofendi, da mesma maneira que perdoei a qualquer pessoa que tenha me ofendido, que Deus abençoe todas as pessoas que eu convivo e convivi, que conquistem o melhor, que tenham paz, alegrias, vitórias, com amor e justiça, mas que isso comece desde já e sempre. Mas como é um costume da maioria das pessoas, sim, Feliz Ano Novo, Feliz 2008!!!
Mas tudo pode ser estipulado para o dia seguinte, isso mesmo, não precisamos de forma alguma esperar tanto tempo para nos renovarmos, como as festas de Ano Novo sugerem. Por isso eu peço perdão a quem de alguma forma ofendi, da mesma maneira que perdoei a qualquer pessoa que tenha me ofendido, que Deus abençoe todas as pessoas que eu convivo e convivi, que conquistem o melhor, que tenham paz, alegrias, vitórias, com amor e justiça, mas que isso comece desde já e sempre. Mas como é um costume da maioria das pessoas, sim, Feliz Ano Novo, Feliz 2008!!!
quinta-feira, dezembro 20, 2007
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Feliz Natal... sim! Feliz Natal!
Segundo uma pesquisa feita pela H2R Pesquisas Avançadas, os paulistanos preferem o réveillon (74%) em relação ao Natal (64%). Também foi perguntado sobre os presentes natalinos, 64% gosta de recebê-los e 56% de dá-los.
- 81% gostam o clima de Natal;
- 1/3 dos separados e da classe B detestam esse clima;
- 76% dos adolescentes, gostam mais do Natal. Entre os mais velhos esse valor cai para 53%;
- São os adolescentes os que mais adoram ganhar presentes (79%) e os adultos de 36 a 50 anos são os que menos gostam (52%);
- Solteiros (74%) e casados (73%) adoram o réveillon; essa animação é menor entre os separados (68%).
Bem, eu hoje em dia, faço parte de uma porcentagem que não foi cogitada nesta pesquisa. Mas por acaso as pessoas em geral ainda lembram o que significa o Natal? Já fazem dois anos que o Natal para mim não tem nada haver com papai noel, árvore de natal, neve(ainda mais no Brasil, né? E ainda mais com o aquecimento global), perú assado, e compras. Sei, sei, alguém mais cético pode fazer algum comentário irônico sobre o nascimento do menino Jesus... Sim! É a comemoração do aniversário de Jesus, mas essas coisas de montar presépio, não tem importância mesmo, chega a ser um mero fetiche para muitos. Vamos esquecer das doutrinas católicas também. Jesus nasceu a mais de 2000 anos, e daí? Daí a resposta é pra lá de evidente, foi o que ele fez, o exemplo que deixou. Não levemos em conta as representações cinematográficas que proliferam nas telas em Dezembro. Uma que dá pra ser relativamente uma excessão, é a do Mel Gibson, sim, foi uma parada horrível mesmo, um festival de sangue, crueldade, hipocrisia das pessoas, mas o que importa nisso tudo, é o amor. Amor? É, sem dúvida nenhuma, e não se trata de um amor restrito, ao qual a maioria das pessoas prefere exercer. Como Jesus mesmo disse, ama à teu inimigo, pois que mérito tens em amar quem te ama? O verdadeiro amor tem muito haver com renúncia pessoal, dar sem esperar recompensa, reconhecimento. Amar de verdade não é nada fácil, não é um mar de rosas o tempo todo, mas qualquer um tem esta capacidade. Ah, é claro, muitos dizem que isso seria uma tolice, pois o mundo trabalha na base da troca, não se faz nada de graça. Que o mundo me abandone, eu trinco geral com esta frase: "Recebeis de graça, dai-vos de graça". Não precisa ser melhor do que ninguém para amar de verdade, afinal de contas, somos todos iguais, mesmo que muitos ainda persistam em se enganar sobre isso. Chega de doutrinas religiosas, filosofias que não saem do mero discurso, euforia de consumo material, o Natal é mais uma data de aniversário de uma pessoa, que trincou por todo mundo. O Natal é só para a gente se lembrar de amar de verdade, só isso. Feliz Natal!
- 81% gostam o clima de Natal;
- 1/3 dos separados e da classe B detestam esse clima;
- 76% dos adolescentes, gostam mais do Natal. Entre os mais velhos esse valor cai para 53%;
- São os adolescentes os que mais adoram ganhar presentes (79%) e os adultos de 36 a 50 anos são os que menos gostam (52%);
- Solteiros (74%) e casados (73%) adoram o réveillon; essa animação é menor entre os separados (68%).
Bem, eu hoje em dia, faço parte de uma porcentagem que não foi cogitada nesta pesquisa. Mas por acaso as pessoas em geral ainda lembram o que significa o Natal? Já fazem dois anos que o Natal para mim não tem nada haver com papai noel, árvore de natal, neve(ainda mais no Brasil, né? E ainda mais com o aquecimento global), perú assado, e compras. Sei, sei, alguém mais cético pode fazer algum comentário irônico sobre o nascimento do menino Jesus... Sim! É a comemoração do aniversário de Jesus, mas essas coisas de montar presépio, não tem importância mesmo, chega a ser um mero fetiche para muitos. Vamos esquecer das doutrinas católicas também. Jesus nasceu a mais de 2000 anos, e daí? Daí a resposta é pra lá de evidente, foi o que ele fez, o exemplo que deixou. Não levemos em conta as representações cinematográficas que proliferam nas telas em Dezembro. Uma que dá pra ser relativamente uma excessão, é a do Mel Gibson, sim, foi uma parada horrível mesmo, um festival de sangue, crueldade, hipocrisia das pessoas, mas o que importa nisso tudo, é o amor. Amor? É, sem dúvida nenhuma, e não se trata de um amor restrito, ao qual a maioria das pessoas prefere exercer. Como Jesus mesmo disse, ama à teu inimigo, pois que mérito tens em amar quem te ama? O verdadeiro amor tem muito haver com renúncia pessoal, dar sem esperar recompensa, reconhecimento. Amar de verdade não é nada fácil, não é um mar de rosas o tempo todo, mas qualquer um tem esta capacidade. Ah, é claro, muitos dizem que isso seria uma tolice, pois o mundo trabalha na base da troca, não se faz nada de graça. Que o mundo me abandone, eu trinco geral com esta frase: "Recebeis de graça, dai-vos de graça". Não precisa ser melhor do que ninguém para amar de verdade, afinal de contas, somos todos iguais, mesmo que muitos ainda persistam em se enganar sobre isso. Chega de doutrinas religiosas, filosofias que não saem do mero discurso, euforia de consumo material, o Natal é mais uma data de aniversário de uma pessoa, que trincou por todo mundo. O Natal é só para a gente se lembrar de amar de verdade, só isso. Feliz Natal!
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Peter Brötzmann Chicago Tentet
Joe McPhee, Peter Brötzmann, Kent Kessler, Michael Zerang,Johannes Baur, Per Ake Holmlander,Fred Lonberg-Holm,
Mats Gustafsson, Ken Vandermark, MPaal Nilssen-Love.
Gravado no concerto do Molde Jazzfestival, 20/07/2007, Noruega. OkkaDisk
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Análise musical, crítica musical ou...
É um assunto recorrente ou sempre em pauta... Mas nem sempre isso gera frutos aproveitáveis num espectro mais amplo. Eu tinha feito uma análise sobre a gravação dos Beastie Boys, o Mix-Up, mas tinha muito mais o foco direcionado às críticas de midia que fizeram análises que careciam de uma argumentação mais sólida. Talvez eu não tenha desenvolvido melhor o assunto por realmente não ver alí muito interesse musical. Mas como o grupo tem uma preferencia ampla, deveria ter mais cuidado na análise para evitar constrangimento alheio de comentários unilaterais de apreciadores em particular do grupo. Geralmente este seguimento de ouvinte espera só ler ou escutar comentários positivos à respeito de suas preferencias. Nestes humildes 25 anos de ouvinte mais atento, seja na pesquisa e consumo, muita coisa ficou mais clara sobre música, gosto musical, origens, derivados entre outros. O gosto musical é um ítem realmente impreciso se compreendemos melhor a expressão artística sonora. De Iron Maiden à Elvin Jones, Napalm Death à Elton John, John Zorn à Benito de Paula. Devemos ser coerentes em relação à estas coisas, pois será que vale a pena brigar pelo seu time? A vida oferece algo muito mais amplo que isso, e ainda por cima a filosofia de vida que atinge a maioria das pessoas torna o mundo tão hostil e selvagem como a era dos dinossauros, mesmo tendo tv digital, bluetooth, wi-fi, etc. Um método que creio ser proveitoso em relação à crítica musical, é ler sem paixões, ouvir a obra em questão e depois analisar, concordar, discordar, acrescentar. Se tenho a possibilidade de debater com quem escreve, devo pesar até que ponto é proveitoso isso, averiguar o motivo do texto em relação à obra, se é imparcial, se há gosto pessoal. Muitos artístas que aprecio não são tão apreciados ou não são conciliáveis com outros artístas no que diz à seu público. Dificilmente há pessoas que gostam de John Coltrane e Def Leppard à ponto de não ver hierarquia entre ambos. Eu particularmente descobrí que é em vão defender meus gostos musicais, afinal isso não tem a menor importancia. Mas novamente prevalece o livre arbítrio, as musicas surgem e desaparecem, ou até permanecem no gosto popular, jogadores aparecem e desaparecem, de certa o forma os times permanecem por mais tempo, a vida em carne e osso nesta terra é uma só, depois da morte carnal não há mais volta. Você daria sua vida por um time ou uma banda? Bem quanto a mim, minha vida está entregue e à disposição da vontade de Deus...Aleluia!
terça-feira, dezembro 04, 2007
sexta-feira, novembro 30, 2007
Festival Jodorowsky


Começou esta semana sem São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil o festival sobre Alejandro Jodorowsky, com a exibição de seus filmes, como os famosos El Topo, The Holy Mountain, Santa Sangre e sua presença em conferências sobre cinema, quadrinhos e até sobre leitura de tarô. Imperdível.programação:
CCBB
Trailers:
Holy Mountain
El Topo
Santa Sangre
segunda-feira, novembro 26, 2007
Ken Vandermark Current Top Ten Stereo Cuts
•Duke Ellington, "Money Jungle," (Blue Note).•Fugazi, "13 Songs," (Dischord).
•Ornette Coleman, "The Complete Science Fiction Session," (Columbia/Legacy).
•Minutemen, "Double Nickles On The Dime," (SST).
•Karlheinz Stockhausen, "Klavierstucke I-VIII & XI, David Tudor Piano," (hat ART).
•Refused, "The Shape Of Punk To Come," (Burning Heart).
•Thelonious Monk, "The London Collection, Vol. 1-3," (Black Lion).
•Wire, "Read & Burn, 01 & 02," (pinkflag).
•Evan Parker/Derek Bailey/Han Bennink, "the topography of the lungs, " (psi records).
•Ennio Morricone, "Giu' La Testa (Duck You Sucker, A Fistful Of Dynamite," (Cinevox).
quinta-feira, novembro 22, 2007
Bill Dixon trio
Bill Dixon, Art Davis e Freddie Waits no filme Imagine The Sound(1981), de Ron Mann e Bill Smith.
segunda-feira, novembro 19, 2007
Destino dos heróis? Arthur Doyle, Eric Dolphy...
Photo Copyright 1999 Joe Tunis and Alex Schmidt
terça-feira, novembro 13, 2007
Para um amigo que tenho como irmão
Bem aventurados os que se esforçam e perseveram. Que Deus te abençoe onde quer que esteja.
sábado, novembro 10, 2007
Críticos e Experts in Brazil...
Ah... o país do futuro... Em São Paulo especificamente, mas também em outros Estados na nação, há uma parcela bem pequena da população, denominada de elite cultural. Dotada de uma arrogância burguesa que a torna lamentável em termos de informação e pesquisa. Basta ter alguns livros, gravações, publicações, que já brota um expert no assunto. Recentemente um famoso crítico musical especializado em Jazz e também apresentador de um programa de rádio sobre o assunto, Carlos Conde, faleceu. Considerado autoridade no assunto, eu mesmo já presenciei afirmações como: "As sheet sounds do Coltrane é barulho, enganação". E olha que ele é das antigas. Um que a maioria do underground odeia e desqualifica, o Jô Soares, pode não saber ser imparcial e ser meio tendencioso, mas o Gordo entende do assunto, tá nessa à muito tempo em muitos termos, seja uma vasta coleção que dedicou a audição, livros, entrevistas e até convívio breve com lendas do Jazz. Eu por outro lado, também já presenciei discursos de "experts" de vários estilos musicais. Ouví dizer que o Fábio Massari é uma autoridade mundial sobre o Frank Zappa! É só conferir por aí à fora no mundo, nos sites oficiais e veremos que não é nada disso. Realmente o título de seu livro é profético, um verdadeiro detrito cósmico, uma partícula de poeira cósmica que se perde na sua superficialidade. Uma coisa que reparei no documentário da BBC sobre o Sun Ra, Brother From Another Planet, é a presença de Robert L. Campbell(autor da discografia da Arkestra). O que me chamou a atenção era o que não estava em foco, sua vasta prateleira lotada de livros sobre Jazz, fora o que não foi mostrado, a sua coleção assustadora de discos de Sun Ra, inclusive muitos daqueles que a própria Arklestra desenhava a capa, para baratear os custos. Campbell estudou e pesquisou muito pra ser considerado um expert no assunto. Já ví gente que comprou uma dúzia de discos do Sun Ra e o livro do Campbell e tá por aí dando seus pitacos como entendedor do assunto, chegando a públicar declarações online(viva a liberdade on web, mas abra o olho...) Numa outra modalidade de expressão artística, temos os animes e mangás. Tá cheio de gente achando que entende do assunto porquê viu todas as sagas do Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco e comprou todos os mangás lançados pela Conrad e Panini. O Brasil não lançou um centésimo das obras essenciais, mais significativas do anime e mangá aqui. E outra, para se entender realmente sobre este universo, no mínimo a pessoa tem que saber falar e ler japonês, depois conhecer a cultura japonesa e oriental razoavelmente. Mas fazer o que? Os críticos e experts daqui não conseguem nem explicar a Ivete Sangalo e o Mamonas Assassinas!ps.: "Pérolas" foram e estão sendo produzidas pelos críticos e experts brazucas sobre o filme Tropa de Elite. No Sleep til' Hammersmith!
quarta-feira, outubro 31, 2007
Hurtmold
Eu estava esperando como sería mais uma etapa do Hurtmold, surpresa ou decepção? Ou confirmação? Tenho observado os comentários tecidos ao longo do ano sobre o grupo, infelizmente a maioria da mídia independente carece de um amadurecimento na análise empírica musical. Os músicos estão na tenra faixa etária dos 20 e tantos anos, muitas possibilidades podem se concretizar em termos de amadurecimento musical. Fora das comparações e termos muitas vezes imprecísos sobre o grupo, eles estão caminhando e incorporando novas experiências em seu trabalho. Uma questão que é extremamente positiva, é que a música instrumental brasileira se renova por um caminho até subestimado, o rock independente. O pessoal do Hurtmold não possui a erudição técnica tradicional, lhes livrando de um certo ranso produzido por músicos provenientes dos meios ortodóxos da música instrumental. Isto dá um frescor musical que se aliado ao domínio maior em relação à composição, instrumentos, gera resultados positivamente surpreendentes. É um disco agradável, ainda ecoam citações referenciais em pontos positivos e alguns nem tanto. Mesmo que a evolução musical do grupo ocorra em progressão aritmética e não geométrica, é um grupo à se observar atentamente no tempo que se segue.
segunda-feira, outubro 22, 2007
What It Is! Funky Soul And Rare Grooves (1967-1977)

domingo, outubro 21, 2007
Cecil Taylor no Brasil
É bem capaz que meu dilema se resolva pela minha demora em decidir se compro ou não o ingresso do show. Pagar o surreal preço de R$120,00, nem pensar! Ou ser bicado com o ingresso de R$30,00 lá no fundão, que a organização do festival faz questão de ocultar como opção, numa situação de "melhor isso do que não ver..." Será? De quebra ter que aguentar o Joe Lovano e o DeFrancesco como consolação do Bobby Hutcherson como convidado... Também abrí mão de ver o Han Bennink aqui, por apenas 20 mangos no Sesc. Mas teve um agravante, aturar a orquestra mantiqueira, que eu acho chata demais. E outra, 20 mangos pode até ser razoável, mas pensando bem, sendo no Sesc, fica meio estranho saca? E eu pagar pra ver a mantiqueira? Num rola, joe... Aí muita gente fica refém do esquema montado pelas grandes empresas, que ditam o quanto se paga pelo show... Quanto vale o show? Diz ae seu Abravanel, quanto mesmo? Se eu tivesse comprado a TeleSena eram outros 500 mil. Eu e meu idealismo... acabo não vendo uma pá de show por conta disso, mas fazer o que? Se conformar em ser explorado por esse esquema, ter que pagar pelo que não se consome? Não é a sugestão número 1 do McDonald's em que você pode substituir o refrí por outra opção. Então por mera satisfação individual vou contribuir com o esquema de exploração? Aí eu vejo estes ridículos "potrestos" contra alca, análises intelectuais sobre o suposto fascismo no filme "Tropa de Elite", o Rolex do Luciano Huck... Aí eu vejo 2 proletários assassinados pelos "anarquistas ativistas". Eu deixar de beber uma coca-cola não vai amenizar em nada significativo os golpes militares na América do Sul. O meu boicote ao McDonald's não afeta em nada o imperialismo do Bush, só quem ganha é minha saúde, pois aquele fast food é podrão mesmo. "Quantas crianças se perdem no tráfico pra um playboy enrolar um baseado..." Essa frase da fala do cap. Nascimento no filme incomodou muita gente. Aí a dita e criticada classe média monta ong's, passa um pano pro MST, ouve um Fela, um rap, bola uma baseado, compra um cigarro... Depois descer a lenha no sistema é 2 palito. Não sou pró-policia. Sou contra violência e exploração em todos os sentidos. Aos "universitários de esquerda", abram mão do serviço policial, vivam a gestão com a ausência de Estado, levando em conta o comportamento humano em geral e vamos ver como se saem. "Mas eu só queria ver o Cecil Taylor"... eu também!
sábado, outubro 13, 2007
Han Bennink


A primeira vez que ouví Han Bennink, nunca imaginaria que ele tocaria numa bateria de queijo. Descobrí Bennink no disco Last Date de Eric Dolphy com Misha Mengelberg, de 1964. Foi o último registro de Dolphy, onde ao final do disco encontra-se a célebre frase: “When you hear music, after it’s over, it’s gone, in the air, you can never capture it again.” Muitos anos antes, quando eu nem sabia quem era Eric Dolphy, passava na tv um seriado policial chamado "Um homem chamado Falcão", uma espécie de detetive/justiceiro com muitos princípios éticos. Sempre no final tinha uma mensagem filosófica. Numa dessas, ele parafraseou Dolphy. Eu guardei a frase por mais de uma década em minha memória e no final dos anos 90 descobrí seu autor. Mas sobre o Bennink, no disco de Dolphy ele toca de forma convencional o jazz, mas logo descobriria sua forma de expressão nas gravações com Peter Brötzmann, entre muitos outros musicos de free jazz e improvisação. Sem informação digna, Han Bennink se encontra em São Paulo com Michael Moore e Pablo Nahar para um encontro musical com a Orquestra Mantiqueira no Sesc Vila Mariana neste domingo dia 14 às 18h, rua Pelotas, #141, tel.: 5080 3000, ingresso de 5 à 20 mangos. Saiba mais sobre Bennink em seu site: http://www.hanbennink.com/
domingo, outubro 07, 2007
Av.Paulista... mas e a Itália?!
Neste mês de Setembro, tenho desfrutado de uma gratificante experiência, tocar bateria na calçada da av. Paulista aos sábados. Sim, tocar na rua é uma experiência única, não há um set à cumprir, horário determinado, necessidade de tocar o que agrade as pessoas, aliás, não há um público especícfico, pré-selecionado por um ambiente ou couvert artístico. Quem gosta, fica por alguns momentos, até chegam a fazer uma contribuição simbólica e até substancial em dinheiro. Quem não gosta ou não liga, simplesmente continua seu caminho, desfrutando do direito de ir e vir. Mas o simples prazer de tocar livremente já é o pagamento. Uma vez até recebí de um cidadão, uma cédula dessas que não se vê sempre na carteira de um trabalhador comum. Mas a oferta que mais me comoveu, foram as moedas que crianças de rua(!) me ofertaram de coração. E isso ocorreu mais de uma vez, nem me deram chance de recusar. Foram os centavos mais valiosos que recebí na minha vida. A foto é do local onde costumo tocar, em frente ao edifício do consulado italiano em São Paulo. Uma coisa que tem me chamado a atenção é justamente sobre este local. Não sei porquê, a av. Paulista recebeu o título de cartão postal da cidade, tem a calçada bem mais larga do que quase todas as calçadas da cidade, um mar de edifícios comerciais, bancos, alguns cinemas, museu, centro cultural, etc. Criou-se uma aura de sofisticação em cima de um simples passeio por esta avenida. E reparei no fascínio que o edifício do consulado italiano exerce sobre os transeuntes paulistanos. A construção em sí, não tem nada de espetacular em termos arquitetônicos e estéticos, pra falar a verdade, é um edifício medíocre até. A construção original era de um banco sul-americano que fechou suas portas. O consulado alí se instalou sem modificar a estética do edifício. Todas as vezes que estive presente tocando, pessoas param em frente ao consulado e ficam admirando o local, chegando a ponto de tirar fotos e também posar em frente. Sería a necessidade de se sentir "importante"? Tentar de forma constrangedora se sentir no "primeiro mundo"? Não, não são pessoas ditas simples e humildes que o fazem, são pessoas que possuem uma boa máquina fotográfica digital ou celular de penúltima geração com câmera embutida. Bem, cada um cada um...
sexta-feira, outubro 05, 2007
Luqman Ali, 1939 - 2007
terça-feira, setembro 18, 2007
Exposição - O Jazz e a Linha: Ouvindo o Branco pelos Olhos - Ivo Perelman

Mais conhecido pelos seus trabalhos musicais, especificamente no Freejazz e improvisação, Ivo Perelman também é pintor. Sem cair nos clichés de metáforas sobre o paralelo das duas formas de arte, a música e a pintura, realmente muitas pinturas e formas de arte visual possuem movimento, sons que variam de duração, intensidade, como obviamente muitas formas de arte que se expressam através de sons, possuem formas, cores, estruturas, rítmo, etc. Em São Paulo dia 25 de setembro, terça feira às 20:00 na Galeria Mônica Filgueiras, é a abertura da exposição de Ivo Perelman com seus mais recentes trabalhos.
Galeria Mônica Filgueiras: rua Bela Cintra, 1.533, tels. (11) 3082-5292 e 3081-9492.
segunda à sexta, 10h/19h, e aos sábados, 10h/15h.
sexta-feira, setembro 14, 2007
Pedro Ferreira dos Santos (25/02/1925 – 13/09/2007)
Pedro de Lara foi uma personalidade de rádio e televisão brasileiro, de múltiplas atividades que atingiu status de celebridade como jurado de programas de calouros. Também foi astrólogo, radialista, além de empresário de sua esposa Mag de Lara, escritor, ator e cantor. Em suas próprias palavras: "No meu disco o pau come, é nordestino da bexiga porreta!". Bom descanso, Salsi Fufu!
segunda-feira, setembro 10, 2007
quarta-feira, setembro 05, 2007
Anime made in Korea
Aachi & Ssipak é uma produção do estúdio Jteam, de 2005. Cada vez mais a animação coreana desenvolve sua própria identidade. Mesmo que neste filme possamos notar influências e citações, existem diversas características da animação feita na Coréia. A mão de obra coreana nas produções de animes japoneses já está presente à um bom tempo, onde puderam aprender o que há de melhor em animação. Os coreanos também desenvolvem boa parte dos videogames que circulam por aí, tanto que nota-se algo em comum nos cenários e elementos 3D de alta qualidade presentes nos animes.
domingo, setembro 02, 2007
Solaris Quartet
sexta-feira, agosto 24, 2007
Max Roach e Iron Maiden...


Numa noite "típica" dessas de São Paulo, clima desajustado por conta do nosso brilhante progresso movido à base de derivados de petróleo e outros ítens da tabela periódica, sim, aquela que éramos obrigados a "decorar" para as provas de química na escola, tive um grande prazer em jantar com meus amigos e conhecer outros. Da mesma forma que um bar de bossa nova em Tokyo de certa forma é atípico, um restaurante japonês na Pompéia também é. Lugar agradável, os funcionários simpáticos, notei que talvez eu fosse o único mais próximo do país do sol nascente. Depois de saber mais à respeito da culinária japonesa por intermédio de um grande amigo que é nativo de lá, tenho saboreado ou não com outros paladares os simulacros que proliferam em São Paulo. Constrangedores são os valores e status de restaurantes japoneses aqui, pois não parece justo pagar tão caro por comida caseira, do dia-a-dia. Bom, mas foi durante este agradável jantar que se pôs em pauta um assunto sobre passado, saudosismo, etc. Em dado momento disse que não desejaria voltar no tempo, como na infância. Minha opinião naturalmente não era unanimidade, mas uma resposta eu registrei e também me fez lembrar do Max Roach e o Iron Maiden. Que talvez eu e mais alguém que concordou comigo, não tivemos uma infância feliz, pois ela voltaria sim, era melhor naquele tempo, mais feliz, sem responsabilidades, os problemas da vida adulta, etc. Não achei necessário explicar minha opinião naquele momento, então lembrando de Max Roach que tinha partido à dois dias, sempre falou e agiu seguindo em frente. Uma vez o indagaram porque ela estava se "envolvendo" com "gente do tipo" como Anthony Braxton e Cecil Taylor. Ele simplesmente disse que Braxton e Taylor eram como Charlie Parker e Bud Powell de seu tempo, que não havia sentido e nem podia escrever a mesma história, que tinham sido maravilhosos os tempos tocando ao lado de Parker, Dizzy, Miles, mas o presente também era, como ter tocado com dançarinos de break, dj e mc, como Fab Five Freddy em 1983, onde também foi criticado. E que sua atitude é que o matinha vivo, com energia, que dava sentido em continuar. Ah, o Iron Maiden, tem uma música do disco Somewhere In Time de 1986, chama Wasted Years e seu refrão é:
"So understand, don't waste your time always searching for those wasted years, face up... make your stand, and realise you're living in the golden years"
terça-feira, agosto 21, 2007
Max Roach no Freejazz festival de 2000 em São Paulo
Foi realmente uma noite inesquecível do dia 20 de Dezembo de 2000. Era praticamente improvável eu poder ver Max Roach aqui em São Paulo, pois ele já se apresentara aqui em 1989 e a organização do festival que o trouxe, tinha o protocolo de não repetir as atrações. Mas por milagre, resolveram trazê-lo novamente, sabendo só depois de um bom tempo, que fora a última chance de vê-lo ao vivo. Com Odean Pope no saxofone tenor, Cecil Bridgewater no trompete e Tyrone Brown no contra-baixo, abriram logo de cara com "It's Time"... Uma homenagem à seu parceiro Clifford Brown em "I remember Clifford", e à um de seus mestres, Papa Jo Jones, no seu famoso solo de chimbal. Odean, Cecil e Tyrone acompanham Max à décadas, mesmo não sendo muito citados por aí, estão no mesmo patamar dos que já tocaram com Max e ficaram mais conhecidos. Os três continuam na ativa, dá pra conferir seus trabalhos pelo selo C.I.M.P. que faz parte da Cadence Jazz Records. Não há palavras para descrever a sensação de ouvir a bateria de Max ao vivo. Eu também tive o privilégio da última chance de ver e conhecer pessoalmente outro mestre dos tambores que me ensinou muito, Billy Higgins, mas essa é uma outra história...
A noite em que fui abençoado pelo mestre
Eu tinha feito uma pintura de Max à anos atrás e meu amigo iría a New York assistir uma apresentação do mestre. Pedí a ele pra levar o quadro e dar-lhe de presente. Ele não conseguiu encontrá-lo por conta do cancelamento do show. Então uma surpresa, Max estaría no Free jazz festival. Pensei, vou lhe entregar pessoalmente. Bom depois da metade do show, a maioria tinha ido embora e no final, consegui junto com meus amigos, ver seu famoso solo de chimbal, a um metro de distância! Quando ele foi dar autógrafos, eu lhe entreguei o retrato e, ele começou a assinar. Aí eu pus a mão em cima da dele e disse, "No, it´s for you!" Ele não acreditou, ficou por alguns segundos me olhando. Então pedí pra ele autografar meu vinil do Plus Four, aquele que gravou logo depois da morte de Clifford Brown, e dei um cd do Batucada Fantástica pra ele. E ele saiu com meu retrato em direção ao camarim. Mas não para por aí, meu amigo conseguiu que eu fosse sozinho no hall de saída pra falar com ele. Antes disso, eu e meu amigo, conversando com seu roadie particular, pedí um par de baquetas, disse que também era baterista. Aí ele perguntou se eu tinha alguns milhares de dólares, mas tudo na brincadeira. Então ele falou o seguinte: "Não vou te dar um par de baquetas e sim apenas uma, pois se eu der o par você vai tocar e quebrar depois. Pegue esta baqueta e coloque em um lugar especial, pois isso é um conhecimento. Vai e pede para ele autografar para você". Fiquei esperando o elevador descer e ele aparece. Pedí para autografar a baqueta. Ele pediu para alguém arrumar uma caneta de tinta permanente, mas ninguém tinha, então pediu um papel , perguntou meu nome e fez um desenho de uma bateria e pos meu nome. Falei pra ele que seu disco Percussion Bitter Sweet tinha mudado minha vida, minha concepção de jazz e ele abriu um sorriso e disse: "really?" Antes de ir embora, pois a produtora queria levá-lo ao hotel, pedi pra ele me abençoar. Ele ficou meio sem ação, surpreso, então dei um abraço nele. Quando ele entendeu, também me abraçou e suspirou de emoção, como um avô. Então apertei sua mão e disse, "I love you, mr. Max!" Saí dalí tão feliz que nem falei com Odean Pope, Cecil Bridgewater e Tyrone Brown. Aí eu o adimirei muito mais, pois o mestre era uma história viva da música, uma lenda, mesmo cansado depois do show, foi muito atencioso e simpático comigo, por ele, ficaria batendo papo comigo, um garoto qualquer.
A noite em que fui abençoado pelo mestre
Eu tinha feito uma pintura de Max à anos atrás e meu amigo iría a New York assistir uma apresentação do mestre. Pedí a ele pra levar o quadro e dar-lhe de presente. Ele não conseguiu encontrá-lo por conta do cancelamento do show. Então uma surpresa, Max estaría no Free jazz festival. Pensei, vou lhe entregar pessoalmente. Bom depois da metade do show, a maioria tinha ido embora e no final, consegui junto com meus amigos, ver seu famoso solo de chimbal, a um metro de distância! Quando ele foi dar autógrafos, eu lhe entreguei o retrato e, ele começou a assinar. Aí eu pus a mão em cima da dele e disse, "No, it´s for you!" Ele não acreditou, ficou por alguns segundos me olhando. Então pedí pra ele autografar meu vinil do Plus Four, aquele que gravou logo depois da morte de Clifford Brown, e dei um cd do Batucada Fantástica pra ele. E ele saiu com meu retrato em direção ao camarim. Mas não para por aí, meu amigo conseguiu que eu fosse sozinho no hall de saída pra falar com ele. Antes disso, eu e meu amigo, conversando com seu roadie particular, pedí um par de baquetas, disse que também era baterista. Aí ele perguntou se eu tinha alguns milhares de dólares, mas tudo na brincadeira. Então ele falou o seguinte: "Não vou te dar um par de baquetas e sim apenas uma, pois se eu der o par você vai tocar e quebrar depois. Pegue esta baqueta e coloque em um lugar especial, pois isso é um conhecimento. Vai e pede para ele autografar para você". Fiquei esperando o elevador descer e ele aparece. Pedí para autografar a baqueta. Ele pediu para alguém arrumar uma caneta de tinta permanente, mas ninguém tinha, então pediu um papel , perguntou meu nome e fez um desenho de uma bateria e pos meu nome. Falei pra ele que seu disco Percussion Bitter Sweet tinha mudado minha vida, minha concepção de jazz e ele abriu um sorriso e disse: "really?" Antes de ir embora, pois a produtora queria levá-lo ao hotel, pedi pra ele me abençoar. Ele ficou meio sem ação, surpreso, então dei um abraço nele. Quando ele entendeu, também me abraçou e suspirou de emoção, como um avô. Então apertei sua mão e disse, "I love you, mr. Max!" Saí dalí tão feliz que nem falei com Odean Pope, Cecil Bridgewater e Tyrone Brown. Aí eu o adimirei muito mais, pois o mestre era uma história viva da música, uma lenda, mesmo cansado depois do show, foi muito atencioso e simpático comigo, por ele, ficaria batendo papo comigo, um garoto qualquer.
quinta-feira, agosto 16, 2007
Maxwell L. Roach (10/01/1924 - 15/08/2007)

O que me conforta é saber que agora, Max Roach está tocando literalmente de modo divino. Que agora ele deve estar relembrando velhas músicas com seu parceiro Clifford Brown. Que pode estar organizando uma big band com John Coltrane, Eric Dolphy, Albert Ayler, fazendo duelos de bateria com Elvin Jones, Kenny Clarke...Me lembro do primeiro contato com o som da bateria de Max, fazem 13 anos. Mitch Mitchell que tocava com Jimi Hendrix, me fez descobrir Max. Meu Deus, aqueles tambores falavam!
Também tinha descoberto Buddy Rich, Elvin e outros, mas foi Max que me mostrou a bateria e o Jazz de um outro ponto de vista. Quando descobri seu album Percussion Bitter Sweet de 1961, tudo mudou, fiquei admirado porque ele tinha composto todas as músicas, e elas tem uma força imensa, falam de política com muito sentimento. Foi neste trabalho que também descobrí o clarinete baixo, tocado divinamente por Eric Dolphy. Tive a felicidade de assistí-lo aqui em São Paulo em 2000 e ainda conhecê-lo pessoalmente, agradecer-lhe pela sua arte. Poder ver seu famoso solo de chimbal à 1 metro de distância do palco! Também pude retribuir lhe dando um retrato seu em tinta à óleo que fiz numa placa de eucatex(o que está acima) e um cd Batucada Fantástica vol.1. De 1994 pra cá, tive acesso à sua extensa obra, tendo a oportunidade de aprender e testificar a sua importância na música. Ele amadureceu o que Kenny Clarke tinha começado, nunca se esquecendo dos pioneiros Sid Catlett, Baby Dodds. Quando Dizzy, Parker, Powell, Monk, Miles resolveram mudar as coisas, ele estava lá. Enfim, é preciso de discos, livros e filme para falar de Max Roach. O que posso dizer no momento, é: Max Roach, lhe agradeço de coração, e agora, "drums unlimited"!!! E para nós que estamos entre os vivos: "Members, don't git weary"!
Mais informações nestes links:
http://www.nytimes.com/2007/08/16/arts/music/16cnd-roach.html
http://www.drummerworld.com/drummers/Max_Roach.html
segunda-feira, agosto 06, 2007
Art Davis (05/12/1934 - 29/07/2007)

O que posso dizer é que em Ascension, Olé, The Complete Africa Brass Sessions de John Coltrane, ele estava lá. Em Deeds Not Words, It's Time de Max Roach também. Mas não só, de Art Blakey à Bob Dylan. Mas meu impacto do contra-baixo de Art Davis foi no disco Percussion Bitter Sweet (1961) de Max Roach, particularmente na música Praise For A Martyr
Art, fique em paz, obrigado por nos presentear com sua arte!
Clique no título do post que é um link para o site oficial de Art Davis.
terça-feira, julho 31, 2007
Dossiê Hardcore em SP nos anos 90 pt.4 (Agradecimento e benção)
Quando menos se espera, certas informações aparecem, como coisas que são atiradas ao mar e um dia a maré despeja de volta na praia. Um assunto pra lá de superado e esquecido...
Em primeiro lugar agradeço de coração ao Alexandre de Santos, Carlos de Porto Alegre, Daniel de Campinas e Marcelo da Saúde, que se deram ao trabalho de escrever à respeito do polêmico texto deste simplório blog, que Deus abençoe suas vidas, que prolongue seus dias de vida nesta terra, sempre acompanhados de Amor e Justiça, desfrutando de muitas alegrias e prosperidade. Quanto ao amigo hacker, sei que isto é simples de ser executado, já tinha até esquecido disso, mas obrigado pelas informações. Aproveito para aconselhar-lhe a procurar outro tipo de atividade, sei que é por diversão, mas pode usar sua habilidade em prol do bem. Que Deus te abençoe também. Quanto a quem se reservou a opção de me escrever anonimamente, na tentativa de ofender-me, a Internet não encobre toda a verdade, pois existe um elemento que deixa rastros, que se chama IP do computador. Mas como isso tudo são águas passadas, não é vontade de Deus expor as pessoas e seus atos publicamente, o anonimato continuará. Que a pessoa a qual se reservou a este direito de não se identificar, em verdade lhe digo que Deus te abençoe, que prolongue seus dias de vida sempre cercados de Amor e Justiça, que não falte nenhum dia de alegria e prosperidade em sua vida superando todos os obstáculos com êxito, que fazem parte do viver. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.
Em primeiro lugar agradeço de coração ao Alexandre de Santos, Carlos de Porto Alegre, Daniel de Campinas e Marcelo da Saúde, que se deram ao trabalho de escrever à respeito do polêmico texto deste simplório blog, que Deus abençoe suas vidas, que prolongue seus dias de vida nesta terra, sempre acompanhados de Amor e Justiça, desfrutando de muitas alegrias e prosperidade. Quanto ao amigo hacker, sei que isto é simples de ser executado, já tinha até esquecido disso, mas obrigado pelas informações. Aproveito para aconselhar-lhe a procurar outro tipo de atividade, sei que é por diversão, mas pode usar sua habilidade em prol do bem. Que Deus te abençoe também. Quanto a quem se reservou a opção de me escrever anonimamente, na tentativa de ofender-me, a Internet não encobre toda a verdade, pois existe um elemento que deixa rastros, que se chama IP do computador. Mas como isso tudo são águas passadas, não é vontade de Deus expor as pessoas e seus atos publicamente, o anonimato continuará. Que a pessoa a qual se reservou a este direito de não se identificar, em verdade lhe digo que Deus te abençoe, que prolongue seus dias de vida sempre cercados de Amor e Justiça, que não falte nenhum dia de alegria e prosperidade em sua vida superando todos os obstáculos com êxito, que fazem parte do viver. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.
quarta-feira, julho 25, 2007
Crise existencial
Crise: do Lat. crise <>s. f., alteração para melhor ou para pior no curso de uma doença;
ataque, acometimento, acidente;
momento perigoso ou decisivo de um negócio;
perturbação que altera o curso ordinário das coisas;
situação de um governo que encontra dificuldades muito graves em se manter no poder.
É cada vez mais comum o entendimento de que o acumulo de informações se traduz em conhecimento e sabedoria. Por mais que uma pessoa tenha velocidade de raciocínio, inteligência, acesso privilegiado à informação, cultura, etc, existe um ponto em que ela não poderá ultrapassar: a experiência de vida. Não é uma conversa com um velho sábio, bons livros, uma boa faculdade e pós-graduação, que vão prover o necessário para a vida de uma pessoa. São apenas meros complementos, detalhes que muitas vezes podem de nada valer diante de uma, crise. A vida não é advento de mero raciocínio, lógica, intelecto, ciência, pesquisa científica. Os sentimentos humanos derrubam tudo isso. Não, não, Freud não explica, nem Jung, nem Sócrates, Platão ou qualquer pensador que exista ou tenha existido. Claro, as pessoas são livres para pensarem que tudo se explica através da psicanálise, psicologia, teoria científica, medicina, ciências sociais, etc. É extremamente difícil vencer o orgulho pessoal e admitir a ignorância sobre a vida. Mas muitos simulam uma humildade afirmando serem humildes. Uma lição que aprendí sobre humildade é que, se uma pessoa é realmente humilde, ela nunca afirma esta condição pessoal, seus atos é que demonstram. Pelo fruto se conhece a árvore.
ataque, acometimento, acidente;
momento perigoso ou decisivo de um negócio;
perturbação que altera o curso ordinário das coisas;
situação de um governo que encontra dificuldades muito graves em se manter no poder.
É cada vez mais comum o entendimento de que o acumulo de informações se traduz em conhecimento e sabedoria. Por mais que uma pessoa tenha velocidade de raciocínio, inteligência, acesso privilegiado à informação, cultura, etc, existe um ponto em que ela não poderá ultrapassar: a experiência de vida. Não é uma conversa com um velho sábio, bons livros, uma boa faculdade e pós-graduação, que vão prover o necessário para a vida de uma pessoa. São apenas meros complementos, detalhes que muitas vezes podem de nada valer diante de uma, crise. A vida não é advento de mero raciocínio, lógica, intelecto, ciência, pesquisa científica. Os sentimentos humanos derrubam tudo isso. Não, não, Freud não explica, nem Jung, nem Sócrates, Platão ou qualquer pensador que exista ou tenha existido. Claro, as pessoas são livres para pensarem que tudo se explica através da psicanálise, psicologia, teoria científica, medicina, ciências sociais, etc. É extremamente difícil vencer o orgulho pessoal e admitir a ignorância sobre a vida. Mas muitos simulam uma humildade afirmando serem humildes. Uma lição que aprendí sobre humildade é que, se uma pessoa é realmente humilde, ela nunca afirma esta condição pessoal, seus atos é que demonstram. Pelo fruto se conhece a árvore.
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